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Resenha: Pearl Jam - Ten

Essa semana, em virtude dos shows sensacionais realizados nos dias 03 e 04 de novembro pela banda Pearl Jam, trazemos aqui o álbum mais bem sucedido da banda, seu álbum de estréia, “Ten”.

Esse foi um álbum é considerado ao lado de “Nevermind” do Nirvana, o álbum mais importante do movimento grunge, contendo uma mini-ópera intitulada por Eddie Vedder como “Mamasan”. Essa mini-ópera contém as músicas “Alive”, “Once” e “Footsteps” (uma B-side no single Jeremy), Vedder explicou que a ópera conta a história de um jovem que perde o Pai (“Alive”), causando-lhe uma pertubação para ir em uma matança (“Once”) que leva sua captura e execução (“Footsteps”). Mais tarde foi revelado que as letras foram inspiradas na vida de Vedder, e na dor da descoberta que fez aos 17 anos, de que  o homem que ele sempre pensou ser seu pai, na verdade não era, e que seu pai já havia morrido.

Abaixo segue a mini-ópera “Mamasan”.
ALIVE

ONCE



FOOTSTEPS


O álbum “Ten” além de ter letras com temas fortes e sombrios, como matança, morte e solidão, possui uma qualidade instrumental absurda. No início de suas vendas ela não obteve muito sucesso, mais no início do segundo semestre de 1992, o álbum havia alcançado o 2º lugar nas paradas da Billboard.

A seguir acompanhe a avaliação do álbum:


Ten - Pearl Jam - nota: 10,0

1- Once - 10,0
2- Even Flow - Nota: 10,0
3- Alive - Nota: 10,0
4- Why Go - Nota: 10,0
5- Black - Nota: 10,0
6- Jeremy - Nota: 10,0
7- Oceans - Nota: 9,3
8- Porch - Nota: 9,0
9- Garden - Nota: 9,2
10- Deep - Nota: 9,4

11- Release - Nota: 10,0





Pearl Jam: Eddie Vedder, Vocal e Guitarra Base;
                Jeff Ament, Baixo;
                Stone Gossard, Guitarra Base;
                Mike McCready, Guitarra Solo;
                Dave Krusen, Bateria;

Uma música muito curiosa do álbum é “Black”, que é uma das musicas mais conhecidas da banda. Ela é um pedaço emocional central sobre o álbum. Apesar da pressão da Epic Records, a banda se recusou a lançá-la como single, sentindo que era algo pessoal demais, e o sentimento seria perdido por um vídeo ou um single. Vedder declarou que “as canções frágeis são esmagadas pelo comércio. Eu não quero ser parte disso. Eu não acho que a banda quer ser parte disso”. “Black” foi criada por Stone Gossard, porém tinha outro título, na época ela se chamava “E-Ballad” e era uma música apenas instrumental, então Eddie Vedder pegou o projeto do guitarrista e criou uma letra para ela, posteriormente Gossard ouviu uma gravação com a letra criada por Vedder em sua música, assim convidando Vedder para uma audição em Seattle e contratando o vocalista para a banda em seguida.

Em contrapartida a música Jeremy virou um single, essa é uma música que conta uma história real, onde um garodo de 15 anos chamado Jeremy Wade Delle, cometeu suicídio com uma arma de fogo na frente de sua turma de inglês, na Richardson High School. Em uma entrevista concedida em 2009, Vedder disse que ele sentiu que “precisava pegar aquela pequena notícia de jornal, e transformá-la em algo que causasse uma reação, transformar em algo maior.” Jeremy era descrito por seus colegas de classe como um garoto muito tímido e aparentava estar sempre triste. Após chegar atrasado na escola naquela manhã, foi pedido a ele que pegasse uma autorização na direção, ele saiu da sala e voltou com um revolver 357 Magnum. Jeremy foi até a frente da classe, anunciou ” Senhorita, eu peguei o que tinha ido buscar”, colocou o cano da arma na boca e puxou o gatilho.

Por final quero falar da música “Alive”, que na minha opinião, é a melhor música do Pearl Jam. Como dito no começo da postagem, “Alive” faz parte de uma mini-ópera criada por Eddie Vedder, e conta um capitulo triste de sua história de vida. A música não foi um grande sucesso no começo em aspectos comerciais, alcançando o 16º lugar nas paradas da Billboard, porém até hoje, é considerada como o hino do Pearl Jam e como um dos hinos do estilo grunge, ao lado e músicas como “Smells Like a Teen Spirit”(Nirvana), “Black Hole Sun”(Soundgarden) e “Man in The Box”(Alice in Chains).
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Resenha: Tenacious D - Pick of Destiny

Trazemos aqui esta semana o álbum “The Pick of Destiny” da banda de rock norte-americana Tenacious D, formada por Jack Black(Violão e Vocal) e Kyle Gass(Violão e Back Vocal).

Este é um álbum recheado de participações especiais de peso, traz em suas músicas artistas como Ronnie James Dio, Dave Grohl(Foo Fighters) e Meatloaf.

Suas músicas foram criadas para ilustrar a formação da banda desde o início, mesclando realidade com ficção, esta história virou um filme com o mesmo nome do álbum, que tem o nome no Brasil de “Tenacious D - Uma Dupla Infernal”, apesar de muitos acharem que o nome deveria ser “A Palheta do Destino”, que seria a tradução correta para o título do álbum.

O álbum chegou a ficar em oitavo nas paradas americanas e em décimo nas paradas inglesas. Com uma arrecadação de aproximadamente 22 milhões de dólares, que foi muito além do seu orçamento, a banda partiu em turnê mundial, e gravou seu segundo DVD, “The Complete Masterworks 2” .


Confira a seguir duas músicas do álbum, que também são cenas do filme.


                                                                

KICKAPOO
(With Ronnie James Dio)
BEEZLEBOSS
(With Dave Grohl)


Segue abaixo a avaliação do álbum.

The Pick of Destiny - Tenacious D - nota: 8,8

1- Kickapoo - 10,0
 

2- Clássico - Nota: 8,2
 

3- Baby - Nota: 8,4
 

4- Destiny (Vinheta) - Nota: s/n
 

5- History - Nota: 8,6
 

6- The Government Totally Sucks - Nota: 7,0
 

7- Master Exploder - Nota: 10,0
 

8- The Divide (Vinheta) - Nota: s/n
 

9- Papagenu (He’s My Sassafrass - Nota: 7,6
 

10- Dude I Totally Miss You - Nota: 10,0                                                     

11- Break In-City (Storm The Gate!) - Nota: 8,8                                        

12- Car Chase City - Nota: 8,4

13- Beelzeboss (The Final Showdown) - Nota: 10,0

14- POD - Nota: 9,3
15- The Metal - Nota: 9,6


Tenacious D: Jack Black, Vocal e Violão;
                   Kyle Gass, Violão e Back Vocal

Hoje falamos da Banda norte-americana formada em 1994, em Los Angeles, Tenacious D, apesar de muitas pessoas acharem que a banda tem caráter somente cinematográfico, pelo fato de Jack Black e Kyle Gass serem atores, esta é uma banda com outros popósitos.

Fazem esta mescla de teatro com rock n’n roll, porém, ainda sim é uma banda, assim gravando álbuns e fazendo shows.

Falando um pouco sobre as músicas marcantes desse álbum, começamos por “Kickapoo”, que conta com a presença do insubstituível Ronnie James Dio (nascido em Portsmouth em 10 de julho de 1942 e falecido em Houston em 16 de maio de 2010), conta a história de como Jack Black se rebelou contra sua família extremamente religiosa, e caiu no mundo do rock, fugindo de casa e viajando por sua própria conta, ainda criança para a California, onde conheceu (de acordo com o filme e o álbum) seu parceiro Kyle Gass.

Indo mais pra frente temos a música “Master Exploder” que é um sonho, onde Jack Black se vê fazendo um show fenomenal com a palheta do destino em suas mãos. A palheta do destino nada mais é do que, o dente do Diabo (interpretado por Dave Grohl), que dá a pessoa que à porta, uma habilidade sobrenatural na habilidade de tocar guitarra.

Na música “Dude I Totally Miss You”, eles falam da separação momentânea da banda, quando KG (Kyle Gass) deixa JB (Jack Black) na mão, para participar de uma festa universitária, porém percebe lá que seu parceiro e grande amigo lhe faz muita falta.

E por fim, na música Beelzeboss, a dupla se encontra com o grande Satã, e trava uma batalha de rock com ele, assim levando a melhor, e mandando o Diabo de volta para o inferno, assim como está no vídeo postado acima.
Zito - Blog Musificação
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Resenha: Hendrix - Are you experienced?

ÁLBUM DA SEMANA - ARE YOU EXPERIENCED?

Antes da resenha fica um vídeo, desculpa Zito, mas eu não resisti! eu tinha que colocar esse vídeo…


Essa semana temos aqui o álbum de estréia da banda, “The Jimi Hendrix Experience”, formada por Mitch Mitchell na Bateria, Noel Redding no baixo e backing vocals, e pelo maior guitarrista de todos os tempos, Johnny Allen Hendrix, popularmente conhecido como Jimi Hendrix. 
Esse álbum foi lançado em 1967 e possui duas versões, sendo uma Americana e uma do Reino Unido. O mesmo traz uma série de hits como “Foxy Lady”, “Are You Experienced?”, “Hey Joe”(versão do Reino Unido) , “Purple Haze”(versão do Reino Unido) , “Stone Free”(versão do Reino Unido) e “Maniac Depression”.
Lançado na Inglaterra no mês de Maio, “Are You Experienced?” rapidamente se tornou uma sensação na Europa, atingindo a segunda posição de vendas na Europa, atrás apenas de nada mais, nada menos que, “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” dos Beatles. Essa versão do álbum lançada no Reino Unido, é considerada pelos fãs de Jimi Hendrix, como a versão definitiva do álbum, principalmente pelo fato de conter os três singles “Hey Joe”, “Purple Haze” e “Stone Free”, singles estes que não estão presentes na versão americana do álbum.
Como a versão do Reino Unido de “Are You Experienced?” é considerada como a versão definitiva, farei minhas análises em cima desta versão.

Are You Experienced? - The Jimi Hendrix Experience - nota: 10,0
1- Foxy Lady - Nota: 10,0
2- Maniac Depression - Nota: 10,0
3- Red House - Nota: 9,6
4- Can You See Me - Nota: 9,2
5- Love or Confusion - Nota: 9,0
6- I Don’t Live Today - Nota: 8,8
7- May This be Love - Nota: 8,9
8- Fire - Nota: 9,6
9- Third Stone From the Sun - Nota: 8,8
10- Remember - Nota: 9,5
11- Are You Experienced? - Nota: 10,012- Hey Joe - Nota: 10,013- Stone Free - Nota: 10,014- Purple Haze - Nota: 10,015- 51st Anniversary - Nota: 9,816- The Wind Cries Mary - Nota: 9,717- Highway Chile - Nota: 10,0


The Jimi Hendrix Experience:  Jimi Hendrix, Guitarra e Vocal;                                             Mitch Mitchell, Bateria;                                             Noel Redding, Baixo e Back Vocals;
UFA!! É a primeira vez que dou tantas notas 10 em um álbum só, tanto que agora vai ficar difícil falar sobre as músicas desse clássico álbum, recheado de hits que marcaram a história do rock n’ roll. 
Esse álbum reúne as melhores músicas da carreira de Jimi Hendrix, as únicas músicas que faltaram para fechar o pacote são “Little Wing”, “Bold as Love” e “Voodoo Child”, porém lembrando que é um álbum de estúdio, e não uma compilação, esse álbum merece nota 10, tendo ele a música que possui um dos melhores e mais marcantes riffs da história do Rock n’ Roll, com “Purple Haze”, ficando apenas atrás de “Smoke on the Water”(Deep Purple), “Back in Black”(AC/DC) e “Sweet Child o’ Mine”(Guns n’ Roses).
Temos também, músicas que marcaram gerações, como a própria “Purple Haze”, “Foxy Lady”, “Stone Free”, “Are You Experienced?” e “Hey Joe”, influenciando vários artistas, de vários países diferentes, inclusive a música “Hey Joe” ganhou uma versão da banda brasileira “O Rappa”, assim provando a genialidade desse grande guitarrista, que segundo a revista “Rolling Stone”, é classificado em primeiro lugar, no ranking dos 100 melhores guitarristas de todos os tempos.
A música “Purple Haze” foi o seu primeiro êxito internacional, alcançando o número 3 nas paradas do Reino Unido, esse single foi lançado em 1967, ela é classificada pela revista “Q” como a melhor faixa de guitarra de todos os tempos, e a revista “Rolling Stone” classificou a música em 17º no ranking das 500 melhores músicas de todos os tempos. Jimi disse que a canção foi inspirada por um romance de ficção científica escrito por Philip José Farmes. O guitarrista afirmava que a canção era sobre amor, dizendo que o verso em que ele canta “o que quer que seja, aquela rapariga enfeitiçou-me”, era o verso-chave para o significado da letra.
Uma curiosidade sobre o álbum é a faixa “Hey Joe”, que muitos acreditam ser de Jimi Hendrix, na verdade é uma música que foi escrita pelo músico Norte-Americano, Billy Roberts. Porém devido a genialidade de Hendrix que fez a sua própria versão da música, ele a tornou um hit internacional, assim como dito a dois parágrafos acima.

Zito Pierce - Blog Musificação

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Resenha: Made in Brazil

ÁLBUM DA SEMANA - MADE IN BRAZIL




Essa semana iremos falar um pouco sobre Rock n’ Roll nacional, e trazemos a banda Made in Brazil, uma das bandas mais importantes dos anos 70. E trouxemos aqui o álbum de estréia da banda, também intitulado Made in Brazil.


Esse álbum foi lançado em 1974, ele é conhecido como o “Disco da Banana”, por ter o desenho de uma banana na capa do disco. Esse álbum é considerado um dos melhores discos de rock da decada de 70.


Nesse álbum a banda contava com nada mais, nada menos que, Cornélius nos vocais, conhecido pelos seus vocais fortes e agressivos, porém com uma técnica incomparável, também está presente no álbum o baterista Castello Junior, que após formaria a banda Patrulha do Espaço.


Caso você não conheça muito bem a banda Made in Brazil, estou disponibilizando a seguir, dois links das duas músicas que na minha opinião são as melhores músicas do Made in Brazil.


Links:
Vamos todos à festa
Doce

Made in Brazil - Made in Brazil - nota: 9,0

1- Anjo da Guarda - Nota: 9,22- A Mina - Nota: 8,8
3- Doce - Nota: 10,0
4- Aquarela do Brasil - Nota: 8
5- Intupitou o Trânsito - Nota: 8,2
6- Você já Foi Vacinado? - Nota: 7,5
7- Tudo Bem-Tudo Bom - Nota: 9,0
8- Vamos todos à Festa - Nota: 10,0
9- Menina Pare de Gritar - Nota: 9,2
10 - Uma Longa Caminhada - Nota: 10,0




Made in Brazil:  Cornélius “Lúcifer”, Vocais;
                        Celso Vecchione, Guitarra Violão e Back Vocal;
                        Oswaldo Vecchione, Baixo e Back Vocal;
                        Castello Junior, Bateria e Percussão;
                        Ricardo Fenilli, Percussão e Back Vocal;
                        Onisvaldo Scavazzinni, Teclados, Piano e Orgão;




A música mais conhecida desse álbum, consequentemente a que gerou mais dinheiro pra banda é “Anjo da Guarda”, primeira faixa do álbum de estréia, isso sim foi uma grande maneira de entrar no cenário músical, foi uma das músicas que mais marcaram não só o álbum de estréia, mas sim toda a carreira do Made in Brazil e também os jovens daquela época. Quem nunca ouviu aquele famoso verso, “Hey larga o meu pé, você até parece chiclé”?


Já as melhores músicas na minha opinião são “Doce” e “Vamos Todos a festa”, ambas com riffs marcantes, lembrando bastante as bandas de Hard Rock que fizeram sucesso no exterior. A música doce possui uma característica interessante que retrata bem as bandas de Hard Rock inglesas, possui o riff marcante, e a quebra de ritmo criando uma alternância de velocidade durante a musica, sendo que no refrão a música fica mais marcada, colocando mais peso e diminuindo um pouco a velocidade, e no final da música ocorre outra quebra de ritmo, assim aumentando a velocidade da música.

Já a música “Vamos Todos a Festa”, tem uma outra característica bem interessante, onde a música começa marcada apenas pelo baixo, e de repente a banda toda entra junto aos vocais excepcionais de Cornélius, que na minha opinião, é o Melhor vocalista do Brasil de todos os tempos. No decorrer da música ela se assemelha um pouco à musica doce no que se diz respeito a estrutura musical, com as quebras de ritmo, porém com solos de guitarra, que são uma das marcas registradas do Made in Brazil, inclusive o que tornou o Made in Brazil uma das bandas mais importantes e influentes do rock nacional, quebrando um estilo que estava encarnado nos jovens brasileiros, que seria aquele movimento mais psicodélico, comandado principalmente por Rita Lee e sua trupe, os Mutantes.




Resenha: Zito Pearce - Blog Musificacao

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Resenha: Pink Floyd - The Wall


Aqui estamos novamente, e com grande honra hoje irei falar do álbum que para mim, é o melhor álbum duplo na história do Rock n’ Roll, esse álbum é nada mais nada menos que o “The Wall”, da banda inglesa de rock progressivo Pink Floyd.                                                                                                                                                           

Bom, o álbum The Wall é o 11º de estúdio do Pink Floyd. Como ja mencionei acima esse é um álbum duplo. Ele foi lançado em Novembro de 1979.


Este álbum ainda teve um filme lançado, o mesmo tendo como o roteirista o baixista da banda, Roger Waters que também foi o compositor de todas as músicas do álbum, com a parceria do vocalista e guitarrista da banda, David Gilmour em 2 músicas, sendo elas Comfortably Numb e Run like Hell, ambas do disco 2.

The Wall é um álbum conceitual, que trata de temas como abandono e isolamento pessoal. A ideia inicial para o álbum ocorreu durante a turnê In the Flesh, em 1977, quando a frustração de Roger Waters para com seus espectadores tornou-se tão aguda que ele se imaginou construindo um muro entre o palco e o público.

A história de “The Wall” é centrada em Pink, um personagem fictício baseado em Roger Waters. As experiências de vida de Pink começam com a perda de seu pai durante a 2ª Guerra Mundial, e continuam com a ridicularização e o abuso de seus professores, com sua mãe superprotetora e, finalmente, com o fim de seu casamento. Tudo isso contribui para uma auto-imposta isolação da sociedade, representada por uma parede metafórica.

O álbum foi comercialmente bem-sucedido desde o seu lançamento, ele foi um dos mais vendidos de 1980, vendendo mais de 11.5 milhões de unidades nos EUA, atingindo a primeira posição da Billboard. A revista Rolling Stone listou “The Wall” na 87ª posição em sua lista dos 500 maiores álbuns de todos os tempos.
The Wall - Pink Floyd - nota: 9,8Disco 1:1- In the Flesh? - Nota: 9,0
2- The Thin Ice - Nota: 8,8
3- Another brick in the Wall (Part I) - Nota: 9,64- The Happiest Days of Our Lives - Nota: 8,45- Another Brick in the Wall (Part II) - Nota: 10,06- Mother - Nota: 8,27-Goodbye Blue Sky - Nota: 8,88- Empty Spaces - Nota: 7,89- Young Lust - Nota: 8,510- One of my Turns - Nota: 9,211- Don’t Leave me Now - Nota: 8,912- Another Brick in the Wall (Part III) - Nota: 10,013- Goodbye Cruel World - Nota: 9,6



Pink Floyd -   Roger Waters, Baixo e Vocais;                     David Gilmour, Guitarra e Vocais;                     Nick Mason, Bateria;                     Richard Wright, Teclados
The Wall - Pink Floyd - nota: 9,8Disco 2:1- Hey You - Nota: 10,0
2- Is There Anybody Out There - Nota: 8,43- Nobody Home - Nota: 8,74- Vera - Nota: 7,35- Bring the Boys Back Home - Nota: 8,36- Comfortably Numb - Nota: 10,07-The Show Must Go On - Nota: 9,38- In The Flesh - Nota: 9,89- Run Like Hell - Nota: 8,710- Waiting for the Worms - Nota: 9,111- Stop - Nota: 9,012- The Trial - 9,913- Outside the Wall - 9,8


A música desse álbum que mais fez sucesso foi Another Brick in the Wall (parte 2), e muito provavelmente talvez junto com Wish you Were Here, a música mais famosa na história da Banda. ela retrata a escola, e os alunos que são controlados por ela, porém sempre com o foco sobre Pink (personagem principal da história, como citado acima), que era desde manipulado como até insultado e ridicularizado pelos professores.


Outra música muito importante, embora não seja considerada uma das que deram mais lucro, é talvez a música mais emblemática desse álbum do Pink Floyd, que retrata como a droga é capaz de confortar um ser humano, neste caso, “Pink” que ve todos os seu problemas passando diante de seus olhos, porém mesmo assim sentindo-se em um estado confortável, ou como diz a musica, Comfortably Numb (confortavelmente entorpecido).


E uma das melhores músicas do Pink Floyd na minha opinião, Hey You, primeira faixa do segundo disco, que retrata um momento na vida de Pink onde o muro está praticamente construído, o momento onde ele já se encontra uma pessoa solitária, e em rumo a um estado de colapso, é uma música fantástica, assim como todo o álbum.
Zito - Musificação

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Resenha: The Doors - The Doors

Para estrear, o primeiro álbum que eu irei postar não poderia ser diferente, falarei um pouco sobre o álbum The Doors da banda com mesmo nome.


O álbum The Doors foi o primeiro álbum de estúdio lançado pela banda californiana, liderada por James Douglas Morrison (Jim Morrison), este álbum foi gravado em agosto de 1966 e lançado na primeira semana de 1967.


The Doors - The Doors (1967) - Nota: 9,7


 1- Break on Through - nota: 9,3
 2- Soul Kitchen - nota: 8,0
 3- The Crystal Ship - nota: 8,5
 4 - Twentieth Century Fox - nota: 8,0
 5 - Alabama Song - nota: 9,0
 6 - Light my Fire - nota: 9,6
 7 - Back Door Man - nota: 8,8
 8 - I Looked at you - nota: 7,9
 9 - End of the Night - nota: 8,3
 10- Take it as it Comes - nota: 8,5
 11- The End - nota: 10,0





The Doors: Jim Morrison, Vocais;
                 Ray Manzarek, Teclados; 
                 Robby Krieger, Guitarra; 
                 John Densmore, Bateria;     

      É importante ressaltar algumas músicas, caso de “Break on Through” que foi o primeiro single da banda, a música foi também muito importante para o avanço do desenvolvimento de vídeos musicais, já que, Jim Morrison e Ray Manzarek tiveram a ideia de dirigir um filme promocional para a música que viria a ser o primeiro sucesso da banda.
    
      Outra música muito importante na carreira da banda foi Light my Fire,que ao contrário do que muitos pensam, esta foi escrita pelo Guitarrista Robby Krieger e não por Jim Morrison. Esta música atingiu o topo nas paradas da Billboard em 1967.


      E a música mais emblemática da banda durante toda sua carreira, The End, foi uma de suas músicas mais marcantes, porém não virou Single, apenas ganhou algumas versões menores para serem tocadas na rádio, essas versões se tornaram necessárias na época pelo fato da censura e pela questão que a música original tinha 11minutos e 41 segundos o que se tornava inviável para as rádios, porém era a música mais pedida na época. Essa música também causou muita polêmica, pois continha uma analogia com o drama  ”Oedipos Rex”, onde o filho mata o pai e faz sexo com sua mãe, a banda chegou a ser expulsa do Bar “Whisky a GoGo” (citado na música Alabama Song) enquanto tocava a música, essa analogia fica explicita quando Jim Morrison canta os seguintes versos: “Father? yes son? I want to kill you. Mother? I Want to Fuck you” ( em português: “Pai? Sim filho? Eu quero te matar. Mãe? Eu quero te foder”).

       Em suma este foi um dos grandes álbuns de toda a história do rock, no decorrer das semanas continuarei postando mais álbuns, fazendo alguns apontamentos e pontuando algumas curiosidades, lembrando que realizarei as postagens semanalmente, espero que tenham gostado, semana que vem teremos um novo álbum, obrigado por acessar o blog.

Felipe - musificacao.blogspot.com

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Este é o Felipe… o primeiro colunista da Produtora Infectory.
A partir de agora acompanhe as suas resenhas sobre os discos que fizeram e fazem historia!Melhor que eu ficar falando dele é, ler seus textos cheios de curiosidades.

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RUA MADRE DE DEUS, 1732 - MOOCA FONE: (11) 3477-6520 (11) 5420-8324 O Infectory Audio Design se trata de um studio conceito! Nosso trabalho é criar arte. Gravamos, desenvolvemos, produzimos, criamos e assim por diante, de acordo com as necessidades. A principal atividade está voltada para bandas, onde prestamos todos os serviços nessessários às bandas, salvo agenciamento. Nós também temos um setor de artes visuais, seja digital ou artesanal, moda, fotografia, videos, e o que mais pode imaginar; se tratando de arte o céu não é o limite. Este Blog é uma vitrine, onde voce pode visualizar nossos trabalhos e de nossos parceiros.

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